terça-feira, 7 de julho de 2009

NEM UM COELHO

Pobres abibes. Ninguém lhes ligava,que por ali havia caça de muito mais valia. Assim,andavam por lá,descontraídos,bicando onde calhava,onde dessem com um bichinho. Pensavam eles,
coitados,que nenhum mal os atingisse. Pois engaram-se muito naquele fim de tarde.
Tinha sido um dia para esquecer,por nem uma lebre,nem uma perdiz,nem mesmo um coelho,lhes ter aparecido a jeito. Andavam todos bem avisados. Pobres abibes. Descarregaram neles toda a metralha que estava guardada para mais altos feitos. Nem almas se lhes aproveitaram.

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